Como continuámos a receber grandes quantidades de roupa, os professores do PASEG separaram-na por idades e géneros. Há roupa de bebé, toalhas de bebé, roupas de menina e menino dos 2 aos 6 anos, dos 6 aos 12, e até roupas de adulto.sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Roupa, roupa, roupa
Como continuámos a receber grandes quantidades de roupa, os professores do PASEG separaram-na por idades e géneros. Há roupa de bebé, toalhas de bebé, roupas de menina e menino dos 2 aos 6 anos, dos 6 aos 12, e até roupas de adulto.quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
As Mãos
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Os alunos que frequentam a Oficina em Língua Portuguesa da Escola do Ensino Básico Unificado Justado Vieira gritam o seu agradecimento pelos materiais que vão ficar à sua disposição sempre que necessitarem. Este agradecimento estende-se às outras Oficinas em Língua Portuguesa das Escolas do Ensino Básico Unificado Salvador Allende, UCCLA, Unidade Escolar Jorge Ampa Cumelerbo e Escola Normal 17 de Fevereiro, bem como outras Oficinas que também receberam materiais escolares e livros recebidos através das encomendas do Agrupamento de Escolas José Saraiva.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Encomendas, mais encomendas!



Após a separação do material recebido, chegou a hora de iniciar a distribuição pelas escolas onde o PASEG trabalha. Cada responsável pelas Oficinas em Língua Portuguesa levou os seus montinhos para a sua escola e logo surgiram os sorrisos de alunos, professores, colaboradores e direcção. 


Os alunos agradecem com o seu "OBRIGADO!"
O PASEG agradece também, uma vez mais, o empenho e entusiasmo dos alunos e professores de Portugal que nos proporcionam estes momentos de felicidade ao dar acesso a livros em língua portuguesa, material escolar e jogos didácticos, que tanta falta fazem às nossas escolas de Bissau.Kits de primeiros socorros


O pastor
onde vais sozinho?
Vou àquela serra
buscar uma ovelha.
Porque vais sozinho,
pastor, pastorinho?
Não tenho ninguém
que me queira bem.
Não tens um amigo ?
Deixa-me ir contigo.
Eugénio de Andrade
Portugal
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
São meus estes rios
Manuel Lima
Angola
domingo, 21 de fevereiro de 2010
África de A a Z
A Costa do Marfim (em francês Côte d'Ivoire) é um país africano, limitado a norte pelo Mali e pelo Burkina Faso, a leste pelo Gana, a sul pelo Oceano Atlântico e a oeste pela Libéria e pela Guiné. Sua capital é Yamoussoukro.Denomina-se ebúrneo, marfinês, costa-marfinês ou ainda costa-marfinense a quem é natural da Costa do Marfim.
Apesar de comumente se usar em português o nome Costa do Marfim, o governo marfinês solicitou à comunidade internacional em outubro de 1985 que o país seja chamado apenas por Côte d'Ivoire.
As populações indígenas estiveram política e socialmente isoladas até épocas muito recentes. Os antecessores da população actual instalaram-se na área entre os séculos XVIII e XIX. Os exploradores portugueses chegaram no século XV e iniciaram o comércio de marfim e escravos do litoral. No século XVII estabeleceram-se diferentes Estados negros, entre os quais se destacou o dos baules por suas actividades artísticas. No final do século, os franceses fundaram os entrepostos de Assini e Grand-Bassam e, no século XIX, celebraram uma política de pactos com os chefes locais com o obcjetivo de estabelecer uma colónia. Em 1899, passou a fazer parte da Federação da África Ocidental Francesa.
Em 1958, foi proclamada a República da Costa do Marfim, como república autónoma dentro da Communauté française (Comunidade Francesa) e, em 1960, alcançou a independência plena.
A Costa do Marfim é o maior produtor e exportador de cacau do mundo. Entre os principais produtos de exportação estão: banana, abacaxi, café e, até a segunda metade do século XX, era o maior explorador de marfim, daí o nome do país.
Segue o teu Destino
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.
Suave é viver só
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-vota aos deuses.
Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.
Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.
Ricardo Reis - Fernando Pessoa
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Pensamento do Dia
com vocês, os homens! Aprendi que todo
o mundo quer viver em cima da
montanha, sem saber que a verdadeira
felicidade está em subir a encosta...
Aprendi que um homem só tem
direito a olhar outro de cima para baixo
quando vai ajudá-lo a levantar-se..."
Gabriel Garcia Márquez
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
MÃOS
excerto de um poema de Francisco José Tenreiro
São Tomé e Príncipe
África de A a Z
Localizado no centro-oeste da África, com uma pequena porção de costa no Oceano Atlântico e cortado pela linha do Equador, o Congo tem clima quente e úmido. Cerca de 55% do território é coberto por florestas tropicais.
O Congo situa-se na parte centro-oeste da África subsariana, e é atravessado pelo equador. Ao sul e leste, é limitado pelo rio Congo e um dos seus afluentes, o rio Ubangi, sendo que as margens esquerdas de ambos os rios pertencem à República Democrática do Congo. As outras fronteiras do país são com o Gabão a oeste, os Camarões e a República Centro-Africana a norte e (Angola) a sudoeste. O Congo tem também uma curta costa atlântica.
A sua capital, Brazzaville, situa-se nas margens do rio Congo, no sul do país, mesmo em frente de Kinshasa, a capital da RD do Congo.
O sudoeste do país é uma planície costeira, que é drenada principalmente pelo rio Kouilou-Niari. O interior consiste de um planalto central entre duas bacias, a norte e a sul.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
África de A a Z
O SENTIMENTO DUM OCIDENTAL
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
AO DESCONCERTO DO MUNDO
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Donativos_Guiné-Bissau
Boas Notícias!
Vimos dar conhecimento a todos os participantes no Projecto e visitantes do blog, que já chegaram a Bissau as caixas enviadas no passado mês de Dezembro em Contentor. Este foi financiado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, ao abrigo da Parceria entre o IPAD ( Instituto Português para o Desenvolvimento) e o Agrupamento de Escolas José Saraiva. Relembramos que o IPAD apoia o PASEG ( Projecto de Apoio ao Sistema Educativo Guineense) bem como outros Projectos em diversos países Africanos, nomeadamente PALOP`s.
Outros materias, que não são específicamente de caracter educativo, e que generosamente têm chegado aos Dinamizadores do Projecto, desde brinquedos, vestuário bem como material de Primeiros Socorros e de Higiene e Segurança, são enviados via CTT.
Todos os materiais enviados chegaram, até à presente data, nos prazos previstos e em perfeitas condições.
Os dinamizadores do Projecto congratulam-se com os resultados até agora alcançados e agradecem o empenho, a generosidade e o envolvimento de todos os intervenientes que permitiram a concretização destas actividades, às quais tencionam dar continuidade.
Bem-Hajam.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Carnaval em Portugal
O Carnaval tem a sua origem na Semana Santa, introduzida pelo catolicismo no século XI. A Semana Santa era precedida por 40 longos dias de sacrifício, que incluíam o jejum. Por essa razão, no dia anterior do início da Quaresma, uma grande festa começou a ser celebrada. Era caracterizada pela expressão "Carne Vale", que representava o afastamento dos prazeres da carne, e acabou dando origem à palavra Carnaval.
O Carnaval foi-se transformando em cada período histórico, com características cada vez mais diferentes.
Durante muitos anos o Carnaval limitou-se aos bailes e récitas nas colectividades e em casas particulares, quase sem animação de rua.

www.cm-tvedras.pt/camara-minicipal/publicações/.
A partir de meados do séc. vinte deu-se início às primeiras manifestações de rua. Um dos Carnavais emblemáticos de Portugal é pelas suas características, o Carnaval de Torres Vedras, na zona Centro do País, onde a sátira política é uma presença constante. Mais tarde surgem os Reis do Carnaval e as “matrafonas”, tão características do Carnaval de massas, que contrasta com os carnavais urbanos cada vez mais similares ao Carnaval do Brasil.
Mas a alegria e o simbolismo sempre estiveram presentes.

Tal como nas cidades envolventes o Carnaval varia um pouco podendo apresentar-se sob a forma de desfiles carnavalescos mais ou menos elaborados com carros alegóricos, pessoas mascaradas ou simplesmente grupos de foliões vestidos de acordo com um tema seleccionado pela Associação Recreativa, Escola de Samba a que pertencem ou outros intervenientes que espontaneamente participam nos festejos.
Ao nível das escolas é frequente verem-se pequenos grupos de crianças “mascaradas” ou fantasiadas de acordo com um tema que poderá ou não estar ligado a um Projecto da Escola ou simplesmente associado à criatividade e recursos disponíveis em cada um dos estabelecimentos de ensino
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Carnaval na Guiné-Bissau


A diversidade cultural de um “pequeno país gigantesco”, a Guiné-Bissau, mínimo na geografia mas com 23 etnias e 9 idiomas, concentra-se todos os anos em meados de Fevereiro na capital, Bissau, numa enorme e inebriante manifestação de alegria popular. Trata-se do Carnaval, tradição originalmente europeia, mas que nesta nação africana assume matizes de identidade social e artística ímpares.
Até à Independência o Carnaval era europeizado. Hoje é uma multiplicidade de palcos a “explodir” em manifestações etnográficas de raiz local, em que a tradição festiva guineense extravasa completamente pelos bairros e ruas da capital. O esquema base [...] não deixa de encontrar paralelos com os carnavais de carácter europeu ou brasileiro, com um grande desfile principal na avenida central de Bissau, dedicado este ano ao tema da Reconciliação Nacional, e inúmeros pequenos desfiles paralelos. Contudo [...] «é uma desbunda completa, mas organizada», onde há «uma grande etnização do carnaval». Formalmente, os desfiles associam-se a bairros, «mas não há dúvida nenhuma que nos grupos que aparecem sentes que uns são mais Balantas, mais Papeis, mais Bijagós, Ndingas, etc., começam a assumir-se como tal». E, como tal, cada bairro acaba por representar uma das muitas etnias guineenses.
«Nesta perspectiva o festival é um pouco o desfile de vários grupos étnicos, é um festival de tradições, onde as máscaras ganham grande importância, e quase todas correspondem à simbologia étnica de cada grupo» [...] «cada grupo concorre com uma rainha, máscaras e danças, mas ao mesmo tempo em que este desfile principal vai subindo até à tribuna principal, em frente ao palácio presidencial, tens constantemente, em paralelo, desfiles espontâneos, para baixo, para cima, para o lado, uma confusão completa. [...]
Retirado de http://www.cenalusofona.pt/cenaberta_old/carnaval.htm
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
África de A a Z
O que tu desejas é o que eu desejo para ti:
que sigas o teu caminho como os outros homens
e que sejas feliz na Terra.
Ilusões, Richard Bach
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Mãe negra
Canta a remota canção
Que seus avós já cantavam
Em noites sem madrugada.
Canta, canta para o céu
Tão estrelado e festivo.
É para o céu que ela canta,
Que o céu
Às vezes também é negro.
No céu
Tão estrelado e festivo
Não há branco , não há preto,
Não há vermelho e amarelo.
- Todos são anjos e santos
Guardados por mãos divinas.
A mãe negra é triste , triste,
E tem filho nos braços...
Mas olha o céu estrelado
E de repente sorri.
Parece-lhe que cada estrela
É uma mão acenando
Com simpatia e saudade
Aguinaldo Fonseca
Cabo Verde
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
África de A a Z
Pescador vindo do largo
com o teu calçado de algas
diz-me o que trazes no barco
donde levantas a face
a tua face marcada
pelo sal de horas choradas
dá-me o teu peixe pescado
bem lá no fundo do mar
- nesta água não tem peixe –
Pescador dá-me um só peixe
nem garoupa nem xaréu
só um peixinho de prata
- nesta água não tem peixe
Foi tudo procurar Deus
Pró lado do Zanzibar.
Glória de Sant`Anna
Moçambique
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
África de A a Z
" Quero ser Tambor"
Tambor está velho de gritar
Ó velho Deus dos homens
deixa-me ser tambor
corpo e alma só tambor
só tambor gritando na noite quente dos trópicos.
Nem flor nascida no mato do desespero
Nem rio correndo para o mar do desespero
Nem zagaia temperada no lume vivo do desespero
Nem mesmo poesia forjada da dor rubra do desespero.
Nem nada!
Só tambor velho de gritar na lua cheia da minha terra
Só tambor de pele curtida ao sol da minha terra
Só tambor cavado nos troncos duros da minha terra.
Eu
Só tambor rebentando o silêncio amargo da Mafalda
Só tambor velho de sentar no batuque da minha terra
Só tambor perdido na escuridão da noite perdida.
Ó velho Deus dos homens
eu quero ser tambor
e nem rio
e nem flor e nem zagaia por enquanto e nem mesmo poesia.
Só tambor ecoando como a canção da força e da vida
Só tambor noite e dia
dia e noite só tambor
até à consumação da grande festa do batuque!
Ó velho Deus dos homens
deixa-me ser tambor
só tambor!
José Craveirinha
MOÇAMBIQUE
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
África de A a Z
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Libertação
Fechado e só na grande sala escura.
(Abrir a porta, além de ser um crime,
Era impossível para a minha altura...)
Como passar o tempo?...E diverti-me
Desta maneira trágica e segura:
Pegando em mim, rasguei-me ,abri, parti-me,
Desfiz trapos, arames, serradura...
Ah, meu menino histérico e precoce!
Tu, sim! que tens mãos trágicas de posse,
E tens a inquietação da Descoberta!
O menino, por fim, tombou cansado;
O seu boneco aí jaz esfarelado...
E eu acho, nem sei como, a porta aberta!
de José Régio " Não Vou Por Aí!
sábado, 30 de janeiro de 2010
Parques Naturais Moçambique

· O Parque Nacional da Gorongosa, com 4000 quilómetros quadrados de extensão, está situado na ponta meridional do grande Vale do Rift; o parque inclui o leito do vale e partes dos planaltos circundantes; os rios que nascem na vizinha Serra da Gorongosa irrigam a planície.
. A combinação de características invulgares desta área permitiu o desenvolvimento de algumas das populações selvagens mais densas de toda a África, incluindo os carnívoros mais carismáticos, herbívoros e mais de 500 espécies de aves, mas os ecossistemas degradaram-se durante as guerras de Moçambique.
· A partir de 2006, a tríade de grandes ruminantes (zebra, gnu e búfalo), responsável pela manutenção do ecossitema da Gorongosa no passado, está a ser reintroduzida em larga escala. · Dentro do parque, o Chitengo Safari Camp dispõe de bungalows e parque de campismo; o campo tem um restaurante e uma área para churrascos; os visitantes podem participar em excursões autónomas ou contratar um veículo aberto e um guia.
· O Parque Nacional da Gorongosa está fechado durante a estação das chuvas (geralmente, Dezembro a Março); a precipitação anual é de 1000 a 1400 milímetros; a temperatura de Verão anda entre os 30 e os 40 ºC com elevada humidade, enquanto os meses de Inverno são mais frescos, entre os 20 e os 30 ºC.
África de A a Z
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
África de A a Z
Parques Naturais Guiné-Bissau

Guia dos Mamíferos do Parque Nacional de Cantanhez
O Parque Nacional de Cantanhez situa-se no sul da Guiné-Bissau, faz parte da região administrativa de Tombali e está marginada a este e oeste pelos rios Cumbidjan e Cacine. É conhecida pela sua riqueza florista e os seus maciços florestais, últimos elementos residuais da floresta sub -humida desta parte da África do Oeste.
O Parque Nacional de Cantanhez foi criado a 19 de Março de 2008, cobrindo 1 075 670 hectares.
Desde há mais de 17 anos que um trabalho de sensibilização da população (cerca de 40.000habitantes) foi iniciado pela UICN com o apoio de ONG locais, nomeadamente a ONG AD « Acção para o Desenvolvimento». Após a sua criação, o Parque é gerido pelo Instituto para a Biodiversidade e Áreas Protegidas, IBAP, em ligação estreita com as comunidades locais.
Contrariamente à Flora, a fauna foi objecto de muito poucos estudos científicos. Todavia, o Parque Nacional de Cantanhez abriga uma fauna rica e variada: encontramos numerosos primatas (colobos ,cercopitécos, chimpanzés, galagos) e ongulados (cefalopos, bufalos de floresta, guibs e kobes), bem como outras espécies desde os porcos de mato às onças, passando pelos golfinhos e manatins (que frequentam as rias) e os últimos elefantes do país fazem deslocações entre a parte oriental do Parque e a Guiné-Conakry.
A grande fauna utiliza os corredores naturais para efectuar longas deslocações para ou da Guiné-Conakry. Os elefantes em particular vêm na época das chuvas da Guiné-Conakry, na margem sul do rio Balana. Todos os anos são observados exemplares de elefantes. Estas informações necessitam de investigações suplementares e esta zona de passagem limitrofe com a Guiné-Conakry, que apresenta a vantagem de ser ainda pouco povoada, está incluída no Parque Nacional.
A curto prazo, estas acções de conservação serão estendidas aos dois lados da fronteira, em colaboração com as autoridades da Guiné-Conakry para a criação de uma Área Protegida transfronteiriça.
Fonte: Parques Naturais da Guiné-Bissau
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Alguém já dizia...
Não disto ou daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço"
Álvaro de Campos
A saber...
"O momento pode ser temporário, mas a recordação é eterna".
PARA MEDITAR...
"O maior prazer para uma pessoa inteligente, é fazer de idiota perante um idiota que se julga inteligente".
LIVROS que nos falam de África
A partir de uma pequena pesquisa encontrámos alguns registos que nos parecem interessantes e que queremos partilhar com os nossos colaboradores e visitantes:
- "Mistida", do Abdulai Silá, considerado um dos pioneiros da escrita em prosa na Guiné-Bissau. Esta triologia foi publicada pelo Instituto Camões, Centro Cultural Português - Praia Mindelo, numa edição de 2002;
- "As Orações de Mansata", da editora bissau-guineense Ku Si Mon, do autor Abdulai Silá. A primeira adaptação africana de Macbeth, e que teve a sua origem no conflito civil de 1998/99, conforme explicou o autor numa reunião com os actores do Teatro Experimental de Bissau (TEB);
- "Kikia Matcho" de Filinto de Barros é, como o mesmo afirma, "um pequeno exercício de ficção”. Nem história, nem sociologia, nem etnologia, nem política, tão-somente uma abordagem que se pretende dinâmica e existencial do processo de síntese sociocultural de um Povo."- "Niketche - Uma história de poligamia", da moçambicana Paulina Chiziane. Neste livro a escritora retrata a condição da mulher africana, suas lutas silenciosas, desejos, ambições e os condicionalismos étnicos a que estas estão sujeitas, através do olhar de uma mulher que, num permanente diálogo consigo mesma, questiona uma sociedade predominantemente masculina;
- "O Fazedor de Utopias - Uma biografia de Amílcar Cabral", escrita pelo angolano António Tomás, numa edição Tinta da China. Um trabalho de investigação que não se limita a reconstituir a vida deste nacionalista africano, como contextualiza o momento histórico onde o mesmo se movimentava.
Informação retirada do blog: Caderno Africano.
Pensamento do Dia
Um, Richard Bach
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Pensamento do Dia
Latvia, AndreyTudo o que nos rodeia - casa, emprego, luxo - não passa
de uma série de ornamentos que foram o cenário onde se
desenrola o nosso amor. As coisas que possuímos,
os lugares onde vivemos, os acontecimentos da nossa vida...
são molduras vazias. Quão fácil é procurar as conchas
e esquecer as verdadeiras pérolas! Quando terminamos
a nossa estadia na Terra, a única coisa que realmente
importa é até que ponto soubemos amar.
A Ponte para a Eternidade, Richard Bach
domingo, 24 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Pensamento do Dia
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Agradecimento
domingo, 17 de janeiro de 2010
Entre duas folhas
sobe de mim
a haste
que recusa a flor
e procura um passáro
para amanhecer
o trigo é alto,
e entre duas folhas
pode-se nascer."
Cristina Almeida
Um poema
na areia da praia
enquanto
o mar e a lua
se encontram
e choram e se amam
E se te encontro
é apenas
pelo
tempo de um instante:
Porque
o único regresso que conheço
é o da partida
- E amo-te quando parto.
(Esquecida da outra metade do teu rosto)"
Cristina Almeida
Um exemplo a seguir
Eu e porque não quero que passe muito mais tempo , quero dizer-lhe aqui e agora que admirei muito mas mesmo muito o seu empenho em tudo o que tem feito e no modo como o fez na sexta feira junto dos alunos.
É um exemplo a seguir. Com coragem, com determinação, sabendo que para onde vai há imensas contrariedades.
Esperemos que esta também tenha sido uma aprendizagem para todos os jovens que a escutaram.
Cristina Almeida
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
A GUINÉ "visitou" a ESCOLA JOSÉ SARAIVA

HOJE
Quero comunicar vos que , hoje, a Telma a nossa colega que colabora connosco neste projecto na Guiné ,vai estar presente durante a manhã na Biblioteca da nossa escola.
Convidamos para estarem presentes.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Um poema
que passava
o que sabia de ti!
-Nada! respondeu.
Perguntei à flor que nascia
donde vinha e se te tinha visto
-Não! respondeu.
Perguntei ao céu
que amanhecia
se sabia de ti
- Não! respondeu...
(Cansei me de perguntar... e esperei.
E de esperar me cansei...)
Cristina Almeida
A compreensão das crianças
Decidi hoje, que estou particularmentea falar de rosas, partilhá-lo ...
Criança cega diz:
- De que cor é uma rosa?
outra criança responde:
-Já alguma vez comeste um gelado de morango?
-Já
- Olha, então uma rosa é da cor do sabor do morango.
Cristina Almeida
As rosas
É como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites transparentes
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras
A doçura amarga dos poentes ,
E a exaltação de todas as esperas."
De Sophia de Mello Breyner
Uma rosa em Janeiro
esta primeira rosa.
Tem o nome tranquilo
das coisas que ninguém chama.
Dorme de olhos leves
e é talvez o vulto mais puro da ternura.
Morre depois de ser plena
e cai no último instante
para dentro de todos os dias
que a guardavam."
Cristina Almeida
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
COLABORAÇÃO DA LIVRARIA ARQUIVO - LEIRIA
Os materiais oferecidos, para além do seu valor escolar, revelam uma enorme sensibilidade.
Muito brevemente muitos meninos de Bissau irão recebê-los e passarão então a usufruir de material escolar apropriado. O seu sorriso será o seu agradecimento.
Uma palavra especial de gratidão à Drª Alexandra Vieira pela ternura do seu envolvimento pessoal, manifestado numa deliciosa selecção de materiais.
Bem-haja por ajudar a concretizar alguns sonhos...também na Guiné- Bissau.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
DIA de REIS
Os trabalhos são lindos e a pouco e pouco iremos postando aqui as várias mensagens.
A vossa colaboração é indispensável a este projecto. Obrigada a todos.

Não identificado




